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Olá... Sejam muito bem-vindos ao meu blog! Me chamo Bruna, tenho 25 anos, sou muito bem casada e extremamente feliz!!! Estou grávida da minha primeira princesinha, Yasmin e muito ansiosa pela sua chegada!!!

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   PREVENÇÃO DO CÂNCER DE ENDOMÉTRIO [11/11 14:49]   

O endométrio é o tecido que forra o interior do útero e que, sob a influência dos hormônios ovarianos (estrogênio e progesterona) tem a sua camada mais superficial renovada a cada ciclo menstrual. A função do endométrio é acolher e nutrir o embrião nos estágios iniciais da gravidez. O estrogênio – secretado na fase pré-ovulatória – é responsável pela reconstrução e crescimento do endométrio após a menstruação. A progesterona, produzida na fase pós-ovulatória, como o nome indica (progest = pró-gestação), prepara o interior do útero para receber o óvulo recém-fecundado. Não havendo fecundação, os preparativos se desfazem (menstruação), reiniciando-se um novo ciclo.
       A progesterona é um fator limitante da espessura do endométrio promovida pelo estrogênio. Quando não há ovulação, portanto, quando a ação do estrogênio não é limitada pela da progesterona, a espessura endometrial tende a ser maior que o normal. A persistir a ação estrogênica isolada por longo tempo, podem surgir alterações patológicas como pólipos e hiperplasias (crescimento excessivo). As hiperplasias atípicas geralmente antecedem o câncer de endométrio.
A grande maioria dos casos de câncer de endométrio (96%) ocorre após os 50 anos de idade, acometendo principalmente (mais de 85%) mulheres da raça branca, cuja idade da menopausa é igual ou superior a 51 anos. Diversos estudos estatísticos mostram uma associação positiva entre essa neoplasia e a obesidade, o diabetes, a hipertensão arterial, o câncer de mama, a anovulação crônica (ovários policísticos), os tumores ovarianos produtores de estrogênio, além da predisposição genético-familiar. Na maioria dessas situações, o que se observa é uma exposição prolongada ao estrogênio sem o antagonismo da progesterona, um fato também observado na pré-menopausa – entre os 45 e 50 anos – em que os ciclos anovulatórios tornam-se cada vez mais freqüentes. Esse tipo de carcinoma endometrial, estrógeno-dependente , é conhecido como tipo I; ocorre numa faixa etária mais baixa (pré e perimenopausa), é bem diferenciado e tem bom prognóstico. O tipo II não tem associação com o hiperestroge- nismo, ocorre - habitualmente - em mulheres com mais de 60 anos, é mais agressivo e de pior prognóstico.
       Ao contrário do que se pensa, na pós-menopausa, os ovários não param de produzir hormônios. Há uma queda muito importante na produção de estrogênio, mas, ao mesmo tempo, há um incremento na secreção de hormônios masculinos. Estes, por sua vez, transformam-se em estrogênio no tecido adiposo, razão pela qual as pacientes obesas pouco – ou nada - se queixam das “ondas de calor” no climatério.
       Como a hiperplasia antecede o câncer do endométrio em até 10 anos, diagnosticando precocemente e tratando a hiperplasia estaremos evitando grande número de casos de câncer. A prevenção da hiperplasia deve iniciar-se na pré-menopausa – quando os ciclos menstruais tornam-se mais espaçados e irregulares – com a administração periódica (10 dias por mês) de pequenas doses de progestógenos (hormônios com características semelhantes às da progesterona). Nas portadoras de ovários policísticos, a regularidade menstrual (e a prevenção da hiperplasia endometrial) pode ser alcançada com o uso regular de anticoncepcionais combinados orais. Na pós-menopausa, a medida da espessura do endométrio pela ultra-sonografia transvaginal é fundamental para o diagnóstico precoce, integrando o “check-up” ginecológico anual. Quando essa medida ultrapassa 5 mm, outros métodos de investigação (histeroscopia, com ou sem biópsia) serão utilizados para esclarecimento. Nas pacientes climatéricas, que possuem útero, cujos sintomas justifiquem a terapia hormonal, esta será sempre feita com medicamentos que associem progestógenos em sua formulação.
       O principal sintoma da hiperplasia e do câncer de endométrio é o sangramento uterino na pós-menopausa – entenda-se: aquele que ocorre passado um ano ou mais após a última menstruação. Mas, nem todo sangramento nesta fase da vida da mulher é indicativo de malignidade. Diante desse sintoma, o melhor a fazer é não negligenciá-lo, e procurar o ginecologista. Como em tantas outras patologias, quanto mais precoce for o diagnóstico, mais eficaz será o tratamento e a cura.



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   Comentários
Re: selinho
Oi amigaaaaaa, mto obrigada por sempre me presentear com seus lindos selinhos, amo mto td isso...rs Bjsssssssssss
Escrito por: Bruleite | 12/11 18:44

selinho
Amigaaaa, tem um selinho super fofo pra você lá no meu blog, bjus,
Escrito por: Goya | 12/11 15:55






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